Pré-requisitos e competências Formação e elegibilidade técnica. Graduação em Relações Internacionais, Direito, Comunicação, Administração ou Ciência Política. A formação deve permitir leitura crítica de problemas da área de assuntos institucionais, interpretação de documentos técnicos e atuação em processos de complexidade compatível com o nível do cargo. Registros profissionais e habilitações legalmente exigidos serão verificados conforme a atribuição efetiva da oportunidade. Experiência indispensável. Vivência comprovável em gestão de relacionamento institucional com entidades representativas e partes interessadas. Espera-se participação direta nas decisões, e não apenas acompanhamento administrativo. No currículo, o profissional deverá informar o ambiente operacional, porte aproximado da estrutura, responsabilidades sob sua gestão e resultados alcançados, preservando informações confidenciais dos empregadores anteriores. Domínio técnico A — mapeamento de stakeholders e agenda pública. É necessário demonstrar como o candidato organiza essa atividade, quais informações consulta, como detecta erros e qual critério usa para decidir diante de prazos ou metas conflitantes. Exemplos práticos de projetos ou rotinas devem evidenciar autonomia no assunto e conhecimento das consequências de uma decisão incorreta. Domínio técnico B — monitoramento de pautas setoriais. Espera-se capacidade de aplicar conceitos e ferramentas em situações reais, registrar premissas, identificar exceções e explicar a interface com outras etapas do processo. Conhecimento apenas superficial, baseado em contato ocasional com a atividade, não substitui a experiência operacional requerida para a posição. Domínio técnico C — articulação com associações e entidades. O profissional precisa saber estabelecer prioridades, selecionar métodos e interpretar dados ou documentação relevante para essa atribuição. Na seleção, deverá conseguir descrever um problema efetivamente resolvido, a solução adotada, os envolvidos na execução e o aprendizado técnico obtido. Domínio técnico D — gestão de consultas públicas e posicionamentos. Exige-se repertório para elaborar procedimentos, conferir a consistência das entregas, acompanhar riscos e realizar ajustes quando indicadores ou evidências apontarem desvios. A análise será concentrada na execução da função e na profundidade do conhecimento específico, não somente no nível hierárquico ocupado anteriormente. Domínio técnico E — relatórios de risco reputacional e regulatório. É importante ter conduzido ou supervisionado rotinas dessa natureza, mantendo registros, prazos e controles pertinentes. O candidato deverá demonstrar como articulou diferentes participantes, solucionou obstáculos práticos e assegurou a conclusão do trabalho em padrão adequado à organização. Resultados e evidências. Capacidade de acompanhar pautas acompanhadas, agendas realizadas e riscos antecipados e relacionar tais indicadores com decisões de rotina e planos de melhoria. Espera-se aptidão para apresentar, em entrevista, evidências de execução de mapa de stakeholders e plano de relacionamento institucional, com informações sobre o problema de origem, parâmetros utilizados, resultados obtidos e pontos ainda passíveis de evolução. Critério de diferenciação do perfil. A experiência central deve ser diretamente vinculada a assuntos institucionais; liderança genérica, conhecimento de ferramentas de escritório ou graduação sem vivência na especialidade não bastam. Serão considerados diferenciais, sem substituir os requisitos essenciais, atuação em setores regulados. A definição final de obrigatoriedade de ferramentas e certificações dependerá do escopo real da contratação.
Número de vagas: 1
Tipo de contrato e Jornada: Efetivo – CLT - Período Integral
Área Profissional: Gerente em Comunicação, TV, Cinema - Relações Públicas