Pré-requisitos e competências Formação e elegibilidade técnica. Graduação em Engenharia de Alimentos, Produção, Tecnologia de Alimentos ou área compatível. A formação deve permitir leitura crítica de problemas da área de indústria de alimentos, interpretação de documentos técnicos e atuação em processos de complexidade compatível com o nível do cargo. Registros profissionais e habilitações legalmente exigidos serão verificados conforme a atribuição efetiva da oportunidade. Experiência indispensável. Vivência comprovável em supervisão de linhas de alimentos industrializados com requisitos sanitários e rastreabilidade. Espera-se participação direta nas decisões, e não apenas acompanhamento administrativo. No currículo, o profissional deverá informar o ambiente operacional, porte aproximado da estrutura, responsabilidades sob sua gestão e resultados alcançados, preservando informações confidenciais dos empregadores anteriores. Domínio técnico A — BPF, APPCC e higiene operacional. É necessário demonstrar como o candidato organiza essa atividade, quais informações consulta, como detecta erros e qual critério usa para decidir diante de prazos ou metas conflitantes. Exemplos práticos de projetos ou rotinas devem evidenciar autonomia no assunto e conhecimento das consequências de uma decisão incorreta. Domínio técnico B — controle de temperatura e processo. Espera-se capacidade de aplicar conceitos e ferramentas em situações reais, registrar premissas, identificar exceções e explicar a interface com outras etapas do processo. Conhecimento apenas superficial, baseado em contato ocasional com a atividade, não substitui a experiência operacional requerida para a posição. Domínio técnico C — programação de lotes e rastreabilidade. O profissional precisa saber estabelecer prioridades, selecionar métodos e interpretar dados ou documentação relevante para essa atribuição. Na seleção, deverá conseguir descrever um problema efetivamente resolvido, a solução adotada, os envolvidos na execução e o aprendizado técnico obtido. Domínio técnico D — gestão de alergênicos e segregação. Exige-se repertório para elaborar procedimentos, conferir a consistência das entregas, acompanhar riscos e realizar ajustes quando indicadores ou evidências apontarem desvios. A análise será concentrada na execução da função e na profundidade do conhecimento específico, não somente no nível hierárquico ocupado anteriormente. Domínio técnico E — limpeza CIP quando aplicável e gestão de turnos. É importante ter conduzido ou supervisionado rotinas dessa natureza, mantendo registros, prazos e controles pertinentes. O candidato deverá demonstrar como articulou diferentes participantes, solucionou obstáculos práticos e assegurou a conclusão do trabalho em padrão adequado à organização. Resultados e evidências. Capacidade de acompanhar rendimento, perdas, desvios de temperatura e reclamações e relacionar tais indicadores com decisões de rotina e planos de melhoria. Espera-se aptidão para apresentar, em entrevista, evidências de execução de roteiro de produção com controles sanitários e rastreio de lotes, com informações sobre o problema de origem, parâmetros utilizados, resultados obtidos e pontos ainda passíveis de evolução. Critério de diferenciação do perfil. A experiência central deve ser diretamente vinculada a indústria de alimentos; liderança genérica, conhecimento de ferramentas de escritório ou graduação sem vivência na especialidade não bastam. Serão considerados diferenciais, sem substituir os requisitos essenciais, indústria com inspeção sanitária. A definição final de obrigatoriedade de ferramentas e certificações dependerá do escopo real da contratação
Número de vagas: 1
Tipo de contrato e Jornada: Efetivo – CLT - Período Integral
Área Profissional: Supervisor em Alimentação / Gastronomia - Gastronomia